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Restaurações 1989 -2001

 

   

Já em 1989, na administração do então Pároco e Reitor Frei Guilherme Sônego, iniciou-se um projeto de restauração mais organizado e eficiente, contava com uma comissão multi-disciplinar, coordenada pelo Arquiteto Fernando Gregório Oliveira Pereira, que deu início ao trabalho com a restauração, em 1990, dos vitrais, contratando a empresa Sideral, de propriedade do Sr. José Issa, e reforço nas estruturas das capelas.

A partir de 1991, foi contratado o experiente restaurador Benedito Oliveira da Silva, de São Paulo, que orientava os trabalhos de restauro de um grupo de estagiários vindos de escola técnina em edificações, da faculdade de arquitetura e da faculdade de artes plásticas. Esse trabalho se estendeu até 1994, quando, por motivos diversos o próprio, arquiteto assume as obras de restauro.

 
   
   

Os trabalhos de restauração dos murais foram concluídos em 1997, com o restauro do teto do presbitério e ábside, e foi realizada uma grande festa de inauguração, em dezembro do referido ano.

Em 1998, com a vinda do novo superior Frei Márcio Rodrigues Motta, começam as obras de restauração da parte externa, é reconfigurada a comissão de obras, que contrata a empresa Concremat para realizar laudo técnico de todas as possíveis patologias do edifício, e orientar um projeto de restauração externa da Basílica. Esse laudo, RTS 2.3.012/00, é que orientou o projeto de restauro da Basílica externamente.

Para a execução dos serviços foi contratada a empresa Tecnipol, que possuía boas relações com os Frades da Província, além de experiência e bons serviços prestados. Esse trabalho de restauração externa começa com a reforma e recuperação estrutural das duas torres, e estende-se, posteriormente, para a fachada principal.

   
   

Em 2000, inicia-se a reforma das fachada laterais e restauração dos vitrais, que já sofriam de problemas evidentes. O restauro dos vitrais ficou a cargo da própria Basílica, que no ano de 1998 havia decidido criar um laboratório-atêlier de conservação e restauração para manter seu patrimônio, sem ter que enviar as peças a terceiros, ficando responsável o conservador - restaurador Danilo Brás dos Santos.

Em 2003, termina-se as obras de restauração das fachadas de igreja e inaugura-se a Capela do Santíssimo, obra executada na própria Basílica, sob responsabilidade do artista Danilo Brás. Essa capela que foi iniciada no mesmo ano, foi a realização de um sonho da comunidade e da vontade do então Pároco Frei Ernani de Paulo, que não media esforços para a dupla realização.

 

Em 2004, assume como Pároco e Reitor Frei José Edison Biázio, com o propósito de por fim aos muitos pequenos trabalhos deixados para trás, de modernizar o templo e terminar a restauração do convento.

Em seu triênio foi realizada a restauração da área de entrada da Basílica (nártex), restituindo o aspecto dos anos 30, que por 50 anos ficou descaracterizada; foi feita a troca do sistema de som da Basílica por um digital, que suprimiu as caixas de som da igreja, deixando somente 4 na nave, que anteriormente possuía 22 caixas; realizou o restauro das 14 telas em marouflage da Via Sacra do Sr. Gentili; executou um longo projeto de 2 (dois) anos de substituição integral de toda a parte elétrica da igreja e convento, e da parte luminotécnica da Basílica, projeto do Eg Luís de Silva que modernizou o templo, atribuiu valores de luz que preservam as obras de arte da Basílica e retirou os lustres neo-clássicos em vidro e latão da nave, conforme projeto de restauração de 1997, que orienta pela substituição dos lustres; realizou a restauração das imagens de São Francisco do altar, de Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora de Lourdes do convento e a reforma do telhado do convento e de parte da igreja, com a inclusão de manta isolante para melhorar o conforto térmico no edifício .